Como trabalhamos
Prazo real, escopo por escrito, acompanhamento até o fim.
Contratar sistema é apostar em alguém que ainda não conhece o seu processo. É razoável desconfiar. Por isso mostramos aqui, passo a passo, como conduzimos um projeto do primeiro contato à entrega — sem prometer o que não cabe no prazo.
O processo
Quatro passos, cada um com o que você recebe.
- 01
Diagnóstico
Sentamos com quem faz o trabalho, não só com quem decide. Mapeamos o processo como ele é de verdade, inclusive a planilha paralela que ninguém assume.
Normalmente uma a duas conversas, presenciais ou por chamada, com quem faz o trabalho de verdade — não só com quem decide. Não cobramos por isso: é como sabemos se dá para ajudar antes de falar em valor.
- 02
Escopo e prazo reais
Do diagnóstico sai o que será feito, quanto custa e quando fica pronto. Por escrito, antes de começar. Se o prazo é de três meses, dizemos três meses.
Sai um documento com o que será feito, o investimento e a data de entrega. Você aprova por escrito antes de qualquer linha de código ser escrita.
- 03
Entrega em partes
Você usa a primeira parte enquanto construímos a segunda. Não desaparecemos por seis meses para reaparecer com um sistema que não é o que você pediu.
Projetos maiores viram fases menores, cada uma entregando algo que já funciona sozinho. Você começa a usar enquanto construímos o resto, e pode ajustar o rumo com o que aprendeu usando.
- 04
Sustentação
Depois de entregue, continuamos por perto. Sistema que ninguém mantém vira o problema seguinte.
Depois de no ar, continuamos por perto. Ajuste, dúvida e evolução têm combinação definida junto com o escopo — não descoberta depois que o sistema já está em uso.
Antes de começar
O que fica por escrito.
Nada começa sem isto combinado e aprovado por você. É o que transforma “processo rigoroso” em algo que se pode cobrar de nós.
O que será feito
O escopo, detalhado o bastante para não sobrar dúvida sobre o que está dentro e o que está fora.
Quanto custa
O investimento total, sem taxa escondida descoberta depois de fechado.
Quando fica pronto
Data por fase, não uma promessa vaga de 'em breve'.
Como saberemos que está pronto
O critério de aceite de cada fase, combinado antes — não decidido na hora da entrega.
Os limites
O que não fazemos.
“Sem gambiarra” também é uma lista do que recusamos fazer, mesmo quando seria mais rápido no curto prazo.
- Desaparecer por meses para reaparecer com um sistema que não é o que você pediu.
- Cobrar hora extra que não foi combinada antes de começar.
- Entregar sem alguém responsável depois. Sistema que ninguém mantém vira o problema seguinte.
- Prometer prazo que não cabe. Se são três meses, dizemos três meses.
- Empurrar tecnologia que você não precisa só para parecer mais sofisticado.
Sobre prazo
O prazo sai do diagnóstico, nunca de tabela.
Todo sistema parece simples até alguém abrir o processo real por dentro. Por isso não damos prazo fechado antes de conhecer o seu — e por isso o prazo que sai do diagnóstico é o que vale, escrito, antes de qualquer trabalho começar.
Vamos olhar o seu processo?
A primeira conversa é sem custo e sem compromisso. Se ao final concluirmos que não vale a pena para você agora, dizemos isso também.